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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Trojan versátil


As maneiras de propagação das pragas digitais estão se diversificando. Trojan para Windows e Android todo mundo já ouviu falar, mas um trojan que se instala no Android para depois infectar o Windows é novidade. 

A descoberta foi feita pelos Laboratórios Kaspersky, que explicam com detalhes a ação do malware. Resumidamente, ele vem embutido em um aplicativo russo que pode ser baixado no Google Play, o qual promete limpar o seu aparelho de arquivos temporários e fechar serviços sem utilização recente. Mas ele também faz o download de três arquivos e os coloca na raiz do seu cartão SD ou outro local de armazenamento do portátil. Quando espetado no seu computador para recarregar, atualizar a lista de músicas ou baixar as fotos batidas, ele se infiltra na máquina, ativa o microfone e grava o que você fala (!!!) para depois criptografar e subir para um servidor de arquivos. Bem sofisticado. Por enquanto parece que só afeta o tal aplicativo russo, mas nada impede que ele se espalhe para outros apps falsos. Portanto, olho vivo: cuidado com o que você baixa do Google Play e evite, a todo custo, aplicativos de terceiros.

Fonte:  juliapetit.com.br/quatroolho/trojan-versatil

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Dez dicas para aumentar a segurança dos dispositivos móveis

Manter programas atualizados, contratar serviços que apagam dados remotamente e baixar aplicativos de lojas confiáveis são algumas das recomendações de especialistas.

Com o crescimento do uso de tablets e smartphones nas empresas, incentivados pelo movimento Bring Your Own Device (BYOD), que permite que os funcionários tragam para o ambiente de trabalho seus dispositivos próprios, as informações corporativas ficaram mais expostas. Para que os usuários possam utilizar esses aparelhos com maior proteção, a StoneSoft elaborou dez dicas para reforçar a segurança dos que acessam constantemente a web móvel.

"Hoje, a internet pode fazer quase qualquer coisa e, infelizmente, o crime organizado também encontraram uma terra de oportunidades. Para o consumidor, o cibercrime pode parecer uma ameaça distante, principalmente relacionada à espionagem entre países ou de hackers contra grandes empresas", alerta Airamo, diretor de segurança da informação da Stonesoft. Ele afirma que os usuários que acessam sites de compras online e outros serviços na web móvel também podem ser prejudicados.

Airamo observa que as pessoas carregam atualmente dados importantes nos smartphones, tanto pessoais quanto informações sensíveis da empresa, o que exige que o mercado corporativo e usuários adotem medidas de segurança para não ser vítima do ataques.

O executivo da Stonesoft adverte que "o malware também pode danificar o dispositivo móvel e as informações armazenadas cair nas mãos de pessoas erradas, uma vez que é fácil roubar esses aparelhos.

Veja abaixo dez dicas para aumentar a segurança desse terminais:

1 - Atualize regularmente programas e o sistema operacional do dispositivo móvel. Normalmente, as atualizações são enviadas automaticamente. Porém ao escolher um novo aparelho, certifique-se de que os upgrades estão disponíveis para o ambiente do modelo em questão.

2 - Instale em seu dispositivo software apenas de fontes confiáveis, como de lojas de aplicativos como a App Store, Google Play ou Loja Nokia.

3 - Cuidado com compras de aplicativos porque eles podem ser muito caros.

4 - Esteja ciente das permissões concedidas pelas diferentes aplicações. De vez em quando, você deve rever todos os direitos de usuários e políticas de privacidade que são aceitos.

5 - Altere o código de acesso padrão e PIN do cartão SIM Card.

6 - Se seus dispositivos móveis suportam criptografia de dados, você deve ativar esses recursos.

7 - Conecte os dispositivos móveis a um serviço online que pode remotamente localizar aparelhos perdidos ou roubados e, se necessário, realizar uma limpeza remota para apagar seus dados.

8 - Em caso de furto ou roubo, você deve informar imediatamente à operadora para evitar uso indevido do aparelho e que os dados sejam transferidos para um novo cartão.

9 - Quando trocar de dispositivo por um mais novo remova todas as informações pessoais e restaure as configurações originais de fábrica. Você também deve remover todas as informações de cartões SIM e cartões de memória antigos.

10 - Realize cópias regulares de todos os dados do dispositivo móvel. Os serviços em nuvem são muito úteis para esta finalidade, mas você não deve enviar informações como um empregado sem permissão.

Fonte: CIO

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

18 milhões de aparelhos Android devem ser infectados com malwares em 2013.

Empresas especializadas em segurança acreditam que 2013 será o ano do crescimento de malware para os aparelhos equipados com o sistema operacional do Google, o Android. E uma matéria publicada pelo site norte-americano BGR afirma que mais de 18 milhões de aparelhos móveis em todo o mundo serão infectados com algum tipo de malware no próximo ano.

A previsão indica que a popularidade do sistema operacional em todo o mundo, com 1,2 bilhão de novos aparelhos Android sendo comprados em 2013 e com 70 bilhões de aplicativos sendo baixados no período, tornam a plataforma mais vulnerável a possíveis códigos maliciosos e outros vírus.

A probabilidade de que os usuários possam contrair algum malware ou spyware está diretamente relacionada a sua localização e comportamento. Ainda de acordo com a pesquisa publicada pelo BGR, os usuários norte-americanos têm 0,40% de chance de serem infectados, enquanto os russos têm 34,7% de chances.

Segundo o site Android Community, a pesquisa não se aprofundou muito e afirmou que o spam móvel será cada vez maior em volume e que a fraude de tarifas irá continuar ao longo do próximo ano. O relatório mostra que as fraudes por tarifa serão as formas dominantes de monetização para os escritores de códigos maliciosos.

Independentemente da ameaça, nunca é demais se proteger. Sempre verifique as URLs, procure entender e ler as permissões solicitadas por aplicativos, sempre verifique se seu telefone e aplicativos estão atualizados, mantenha as configurações de conectividade sempre no modo 'checar', e em alguns casos, até desligadas, e utilize um antivírus móvel.

Fonte: Canal Tech

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

Video: a segurança no celular: o perigo do Bluetooth.


É sempre bom ficar ligado na segurança das nossas informações. Existem várias maneiras de roubar conteúdo de alguém, mas uma delas bem fácil, por sinal é invadir o celular através do sinal Bluetooth. Se o Bluetooth do seu smartphone estiver ligado, é bom desativá-lo agora mesmo! Ou tudo o que você guarda no aparelho pode ser acessado por qualquer um ao seu redor. O professor Ricardo Giorgi, do curso de MBA - Gestão e Segurança da Informação da FIAP, é quem explica. Assista ao vídeo:



Fonte: Canal Tech

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Procon divulga lista com 200 sites de compras irregulares

O Procon-SP divulgou, nesta quarta-feira (28), uma lista com 200 sites de comércio eletrônico não recomendados para compras.

A lista traz os nomes dos sites, endereço eletrônico, razão social e o número do CNPJ/CPF, além da condição “no ar” ou “fora do ar”.

A relação pode ser conferida no endereço www.procon.sp.gov.br/pdf/acs_sitenaorecomendados.pdf.

Segundo o diretor executivo do Procon-SP, Paulo Arthur Góes, esses fornecedores não possuem registros nos bancos de dados de órgãos como Junta Comercial, Receita Federal e Registro BR (responsável pelo registro de domínios no Brasil). Isso inviabiliza a solução de problemas.

Segundo o Procon, os endereços já foram denunciados ao Departamento de Polícia e Proteção a Pessoa (DPPC) e ao Comitê Gestor da Internet (CGI). Porém é importante que os consumidores tenham consciência dos endereços a fim de evitar prejuízos.

O Procon disponibilizou também um Guia de Comércio Eletrônico, que explica as principais modalidades de transações eletrônicas (compras coletivas, site varejistas, crowdfunding etc.) e dá dicas sobre o uso.

Em caso de dúvidas, o Procon oferece também um serviço de atendimento pelo número 151 (apenas São Paulo).

Para compras online mal sucedidas, as reclamações podem ser feitas no site do Procon.

Fonte: INFO Exame

sexta-feira, 8 de junho de 2012

Malware que ataca WhatsApp espiona troca de mensagens


Segundo pesquisa do laboratório de segurança da empresa, ataques a Android tiveram crescimento elevado na América Latina durante o mês de maio

Alertas quanto à vulnerabilidade do WhatsApp Messenger, aplicativo de mensagem gratuitas para Android, estão sendo divulgados desde o ano passado. No mês de maio, descobriu-se uma ameaça chamada de "WhatsApp Android Sniffer", um aplicativo que autoriza o acesso a todas as mensagens trocadas pelos usuários do WhatsApp, enquanto eles utilizavam conexão Wi-Fi.

A descoberta foi publicada em um relatório mensal da fornecedora de soluções para segurança ESET, que divulga ameaças à segurança da informação na América Latina. "A melhor forma dos usuários evitarem esse tipo de ataque é não utilizar o WhatsApp Messenger em redes Wi-Fi públicas”, afirma Camillo Di Jorge, gerente da ESET Brasil. 

Há um ano os usuários do WhatsApp foram alertados sobre uma falha grave no aplicativo e orientados a baixar uma atualização para corrigir o erro. Além disso, dados sem criptografia estavam sendo enviados pelo app, dando brecha à atuação de agentes maliciosos. 

Ainda segundo o relatório, quem mais sofreu com ataques no último mês foram usuários de Android. Além do problema com o WhatsApp, a pesquisa também identificou um Cavalo de Troia que ataca usuários do Instagram para Android: um Trojan de SMS, que tenta persuadir o usuário a se inscrever em um serviço Premium, autorizando o envio de mensagens curtas de texto - sem que o usuário perceba - que resultam em lucros financeiros para os crackers. Mas esse malware só ameaça usuários que baixam o app de sites não-oficiais.

Também no mês de maio, o OS da Google foi vítima do primeiro malware que utiliza estratégias de ‘drive-by-download’ (programas que se baixam automaticamente no dispositivo, sem que necessitem do seu consentimento). Os internautas infectados apenas pelo fato de estarem acessando um site que tenha o código malicioso. Ao navegar pelas páginas, o sistema identifica o malware como uma atualização que deve ser baixada. É o que basta para o celular ser atacado.

“Desde o final de 2011 a ESET tem alertado para o aumento da incidência de ataques voltados a smartphones e tablets que utilizam o Android”, diz Di Jorge. “Trata-se de um movimento natural, relacionado ao próprio crescimento no número de usuários do sistema operacional para dispositivos móveis, o que chama a atenção dos cibercriminosos." 

Para manter seu smartphone protegido, baixe um antivírus e mantenha-o sempre atualizado. Há várias opções gratuitas no Google Play.

Fonte: IDG Now