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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Frequência do 4G ainda está ocupada em 885 municípios brasileiros

Cidades concentram entre 60% e 70% da população e desligamento do sinal de televisão analógico deve começar em 2015.

 

Pelo menos 885 municípios brasileiros ainda ocupam a faixa de 700 MHz para as transmissões de TV analógica, informou nesta semana a Anatel. A frequência é a mesma que será utilizada no país para o desenvolvimento do 4G e, por conta disso, o sinal deverá ser desligado até 2015.

O leilão para destinar a faixa de 700 MHz para o uso do 4G deve ocorrer apenas em 2014 e, portanto, as emissoras de TV terão que digitalizar as suas transmissões nos próximos dois anos. Da mesma forma, os espectadores que ainda não possuem um aparelho de TV compatível com o sinal digital precisarão trocá-lo ou adquirir conversores.

Uma das possibilidades imediatas é migrar os sinais de TV analógica VHF para a faixa UHF. Além disso, o governo estuda também deixar menos espaço às operadoras na oferta do 4G de forma a garantir o acesso a televisão aberta, que hoje é o veículo de comunicação com maior penetração no país.

Fonte: Tecmundo

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Governo acelera leilão que deverá expandir internet 4G

O governo começará nas próximas semanas o processo que resultará na maior licitação do setor de telecomunicações brasileiro, a da frequência de 700 MHz.

Estimada em R$ 40 bilhões, a licitação tem como objetivo acelerar a implantação da internet móvel de quarta geração, ou 4G cuja velocidade é 30 vezes a da 3G, tecnologia atual.

Hoje, as teles podem usar outra frequência de 4G, a de 2,5 GHz, licitada em junho de 2012 por R$ 2,9 bilhões.

A frequência de 700 MHz é cobiçada pelo setor de telefonia por possuir um alcance maior e, com isso, exigir um número menor de antenas.

Para o usuário final, a licitação também possibilitará o uso de diversos equipamentos nos quais o 4G só funciona na frequência de 700 MHz.

A portaria que permitirá à Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) iniciar o processo para destinar para as teles essa faixa, hoje utilizada pelos canais de televisão UHF, já está pronta e, segundo apurou a Folha, será publicada neste mês pelo Ministério das Comunicações.

A decisão deve ser informada ao setor de radiodifusão (TV e rádio) numa reunião hoje na Anatel.

A previsão anterior era de começar o processo no segundo semestre. Mas o governo decidiu acelerar os trâmites para que haja tempo de a licitação ser concluída antes do início do período eleitoral do ano que vem, quando a presidente Dilma Rousseff deve tentar a reeleição.

Após a publicação da portaria, a Anatel abrirá uma consulta pública sobre o tema. Encerrado esse trâmite, poderá elaborar o edital.

O modelo da licitação ainda não foi discutido. Não há uma data certa para que a frequência, após ser licitada, possa ser colocada em uso.

QUEDA DE BRAÇO

A decisão de começar a licitação põe fim a uma queda de braço antiga entre as teles e o setor de rádio e TV.

Na portaria, o governo vai justificar a medida devido ao crescimento da demanda por 4G por setores como o de petróleo e de infraestrutura, além do atendimento a grandes eventos internacionais.

Para liberar a faixa às teles, o governo terá de antecipar a mudança dos canais de TV que hoje utilizam a faixa de 700 MHz (os de 51 a 69 UHF). O calendário inicial era que essa alteração terminasse até 2016.

Segundo estimativas da Anatel, a mudança dos canais irá atingir cerca de 1.200 municípios, incluindo capitais como São Paulo e Rio.

Para viabilizar a licitação, o governo estuda uma compensação às empresas de radiodifusão, na qual as teles vencedoras do leilão assumiriam o custo da digitalização dos canais de TV realocados.

Para contentar as emissoras, o governo estuda até mesmo a indicação de um representante do setor para um dos cargos no conselho da Anatel, vago desde o final de 2012, com a saída de Emília Ribeiro.

Na mesa, está o nome de Maximiliano Martinhão, atual secretário de Telecomunicações. Ligado ao PT ele é responsável por temas de radiofrequência.


Fonte: Folha de S.Paulo

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Curitiba é a segunda cidade brasileira com 4G

Claro leva quarta geração de internet à capital paranaense e anuncia tablets compatíveis
 
A Claro anuncia nesta segunda-feira, 4, o lançamento comercial da internet rápida 4G em Curitiba (PR). A cidade é a segunda no Brasil a receber a oferta do serviço, já disponível em Recife (PE).

O plano lançado na região Sul se chama 4GMax, nome escolhido para classificar o serviço de 40Mhz, que, segundo a operadora, tem o dobro de frequência de outras disponíveis.

A capacidade inicial é de 5Mhz+5Mhz. Gradativamente, com a liberação do espectro, a tecnologia atingirá a faixa completa de 20Mhz+20Mhz, totalizando o que foi adquirido no leilão promovido pela Agência Nacional de Telecomunicações em julho passado.

Além do lançamento, a Claro anuncia que a partir de março todas as lojas da operadora no Brasil terão tablets da Samsung compatíveis com a nova geração de internet.

Manobra

Segundo o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, Curitiba foi escolhida porque desocupou com sucesso a faixa de frequência necessária para o tráfego da nova banda larga.

A intalação contraria o que foi decidido no leilão da Anatel. As cidades-sede da Copa das Confederações, Belo Horizonte, Brasília, Rio de Janeiro, Salvador, Recife e Fortaleza, teriam preferência para receber a tecnologia até abril deste ano. 

De acordo com o cronograma estipulado pela Anatel, o 4G chegará até dezembro às cidades que sediarão a Copa do Mundo.

Fonte: Olhar Digital

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Fifa custeará infraestrutura de telecomunicações apenas durante a Copa

O Ministério das Comunicações e a Federação Internacional de Futebol (Fifa) assinaram hoje (28) acordo que estabelece as obrigações na área de telecomunicações para a Copa do Mundo de 2014, que será sediada no Brasil. O acordo definiu que o governo federal será responsável por toda a infraestrutura fixa, que ficará como legado ao país, enquanto a Fifa custeará o que será usado apenas durante o Mundial.

"Tínhamos algumas diferenças entre o ministério e a Fifa, sobre o que era infraestrutura e o que era serviço. Resolvemos tratar que o que vai ficar no Brasil antes e depois da Copa será de responsabilidade do ministério. O que vai ser usado apenas na Copa será pago pela Fifa", explicou o titular da pasta.

A previsão, até o momento, é que o governo federal desembolse R$ 380 milhões. Do total, R$ 200 milhões foram repassados ao orçamento de 12 redes metropolitanas. Os outros R$ 180 milhões, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) destinará para reforço, treinamento, equipamentos, rede, entre outros. "Ainda tem orçamento sendo fixado", destacou Bernardo.

O secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, destacou que a área de comunicação é fundamental para a Copa. A fim de garantir a eficiência do Mundial, é necessário que todos os prazos sejam cumpridos. "Estamos trabalhando para que tudo fique pronto a tempo. Insistimos nos eventos testes para resolver possíveis problemas. Alguns estádios serão entregues apenas no final deste ano. Mas tem que entregar no prazo, para que todo o trabalho a seguir tenha prazo suficiente."

Sobre a segurança dos estádios, diante da tragédia que ocorreu ontem (27) no município de Santa Maria, no Rio Grande do Sul, em que 231 pessoas morreram vítimas de incêndio, Valcke lamentou o ocorrido, mas garantiu que o esvaziamento rápido dos estádios é um dos requisitos básicos na organização da Copa.

"Na organização de uma Copa do Mundo, faz parte dos requisitos evacuar os estádios em pouquíssimos minutos. Pessoas serão treinadas para que em no máximo oito minutos, um estádio com até 60 mil pessoas seja esvaziado", explicou o secretário-geral da Fifa.

Na última sexta-feira (25), a Telebras, responsável pela infraestrutura de telecomunicações da Copa das Confederações e da Copa do Mundo de 2014, divulgou que 74% das obras executadas nas seis cidades-sede (Brasília, Salvador, Recife, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Fortaleza) estão concluídas. Com relação às demais São Paulo, Cuiabá, Natal, Manaus, Curitiba e Porto Alegre o percentual de execução fica em 20%, atualmente em fase de licenciamento e projeto executivo.

Ao todo, serão disponibilizados mais de 1,2 mil quilômetros (km) de fibra óptica nas regiões metropolitana das 12 cidades-sede, construídos 780 km de fibra óptica, com o uso, inclusive, de redes de fibras já implantadas e ativação de mais de 47 pontos de Presença (POPs), que são subestações de dados.

Fonte: Tribuna do Norte - RN

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

A partir de 2013, operadoras bloquearão celulares piratas no Brasil


Celulares piratas, aqueles importados diretamente da China com nomes como Nckia, Vaic e outros não muito criativos, estão com os dias contados no Brasil. No começo de 2013 as quatro maiores operadoras de telefonia móvel lançarão um sistema capaz de identificá-los e impedi-los de funcionar por aqui.

Nem a Anatel, nem a Sinditelebrasil (associação das operadoras de telefonia e Internet) conseguem dizer com exatidão qual é a fatia de celulares piratas, ou seja, aparelhos não homologados pela primeira, em operação no Brasil. O que se sabe é que são muitos, tantos que o sucesso deles fez com que fabricantes que homologam seus aparelhos e fazem tudo dentro da lei se adequassem ao mercado. Os celulares com suporte a dois ou três SIM cards, por exemplo, foram uma resposta ao sucesso desse recurso entre os piratas.

Graças a um investimento de R$ 10 milhões das quatro principais operadoras (Claro, Oi, Tim e Vivo), a partir de 2013 esses aparelhos não poderão mais ser ativados nelas. A identificação e bloqueio é bem simples: ao ativar um SIM card, a operadora fará uma verificação do código IMEI do aparelho em questão junto ao banco de dados da Anatel, que possui os códigos IMEI dos celulares homologados por ela mesma. A verificação será constante, evitando, assim, que um SIM card seja ativado em um aparelho legal e, depois, usado em um celular pirata. Caso o código não bata, a ativação do SIM card falhará e o usuário será avisado do motivo. No futuro, as operadoras esperam estender o sistema para atuar no travamento de celulares perdidos ou roubados. A medida não afetará quem já usa um celular pirata, ou seja, ela não será retroativa.

Além de defender a indústria legal, as operadoras alegam que essa proibição tende a melhorar a qualidade geral do serviço. ”Como esses aparelhos não certificados têm baixa qualidade, acabam provocando problemas na rede e contribuem para aumentar as quedas de chamadas, o que leva a reclamações contra as operadoras,” disse Eduardo Levy, diretor-executivo da Sinditelebrasil.

Fonte: Gizmodo

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Nokia Siemens terá fábrica 4G em Sorocaba

Figura em: Instalação de infraestrutura para o 4G deve movimentar cerca de 4 bilhões de reais nos próximos 24 meses.

A Nokia Siemens deve anunciar nesta quarta-feira (24) uma parceria com a Flextronics do Brasil para a fabricação de estações de rádio-base para celulares nos padrões 2G, 3G e 4G (LTE) em Sorocaba, no interior de São Paulo.

O anúncio deve acontecer às 11 horas e contará com a presença do ministro das telecomunicações, Paulo Bernardo; do presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), João Rezende; e do presidente mundial da Nokia Siemens, Rajeev Suri.

A joint venture irá fabricar tanto equipamentos para o modo TDD, que será usado pela Sky e pela Quattro, quanto para o modo FDD, que atende às frequências 4G adquiridas por Claro, Oi, TIM e Vivo.

Segundo estimativas da Anatel, 50% das torres de 4G serão compartilhadas pelas operadoras.

Segundo o presidente João Rezende, a instalação de infraestrutura para o 4G deve movimentar cerca de 4 bilhões de reais nos próximos 24 meses no Brasil.

Fonte: INFO Exame

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Reino Unido e operadoras investem US$ 57 milhões em 5G

Acordo leva à criação de um Centro de Inovação para pesquisas sobre a tecnologia.

Enquanto o Brasil corre para emplacar o 4G a qualquer custo antes da Copa do Mundo, no Reino Unido a conversa já gira em torno do próximo passo, o 5G.

O governo britânico firmou parceria com empresas de tecnologia para construir o Centro de Inovação 5G, cuja proposta é debater o futuro da rede móvel. A unidade, sem previsão de lançamento, será sediada na Universidade de Surrey, no distrito de Guildford, próximo a Londres.

De acordo com o The Verge, o governo investirá US$ 18,6 milhões no projeto e terá aporte de mais US$ 38,5 milhões vindos das operarodas Huawei, Samsung, Telefonica, Fujitsu, Rohde-Schwarz e AIRCOM International.

O objetivo central é fazer do Reino Unido uma potência no desenolvimento da rede 5G, ainda que a tecnologia esteja a pelo menos 10 anos de ser viabilizada. 

Fonte: INFO Exame

GVT vai levar telefonia fixa para os smartphones em 2013

Operadora anunciou ainda videochamadas e serviços de áudio em HD para o próximo ano. 

Figura: Operadora apresentou diversas novidades na Futurecom 2012. (Fonte da imagem: Divulgação/Gvt)

A Futurecom, que acontece no Rio de Janeiro, está apresentado diversas novidades. Uma delas, em particular, é bastante intrigante. Estamos falando sobre os novos serviços que a operadora curitibana GVT pretende disponibilizar para os seus clientes. Entre as novidades, estão as ligações com áudio em HD, videochamadas em telefones domésticos e a misteriosa “telefonia fixa em smartphones”.

Essa última não foi detalhada pelo presidente da companhia, Amos Genish, mas se espera que seja algum tipo de extensão dos serviços VoIP da empresa ou de redirecionamento de chamadas.

O CEO da GVT também falou sobre os investimentos em ampliação de sua rede e infraestrutura para internet e TV por assinatura. Atualmente, a operadora já oferece serviços combinados de telefonia, banda larga e TV interativa distribuídos por um único aparelho na residência dos clientes. Esse sistema, no entanto, não foi mencionado em relação à telefonia fixa em smartphones.

Fonte: Tecmundo

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Claro testa 4G em três cidades turísticas

Presidente da empresa anunciou a chegada da tecnologia a Búzios, Campos do Jordão e Paraty

O presidente da Claro, Carlos Zentero, anunciou nesta quarta-feira (22/08) o início das operações experimentais com a tecnologia 4G no Brasil.

As primeiras cidades a receberem a nova internet serão Campos do Jordão (SP), Paraty (RJ) e Búzios (RJ). Segundo Zentero, há planos de expansão para o segundo trimestre de 2013.

"Ainda é cedo para anunciar, mas poderemos antecipar a meta de atendimento do 4G às cidades sedes da Copa da Confederações, em abril de 2013", afirmou, em evento em São Paulo.

Zentero ainda disse que as operações não podem ser exploradas comercialmente, já que a aquisição das faixas de 2,5 Ghz ainda não foi formalizada com a Anatel. No entanto, o executivo garantiu que a infraestrutura já está pronta.

A Claro ainda anunciou um investimento de R$ 3,5 bilhões até o final de 2012 para transformar sua rede. Além disso, outros R$ 2,8 bilhões serão aplicados até 2014, totalizando R$ 6,3 bilhões de investimentos.

Quer saber o custo da infraestrutura do 4G? Leia uma matéria completa aqui.

Fonte: Olhar Digital

Nokia Siemens abre fábrica no Brasil para fortalecer 4G

Nova planta no Brasil vai atender a todo o mercado nacional e América Latina

A Nokia Siemens Networks e a Flextronics International se juntaram para abrir uma linha de montagem no Brasil para construir a próxima geração de redes de celulares.

De acordo com a Reuters, a nova fábrica deve começar a disponibilizar equipamentos já a partir de outubro.

"Estamos procurando alinhar nossa capacidade de produção próxima dos mercados onde estamos vendendo. Isso reduz nossos custos de transporte, tarifas e quaisquer outras coisas que apareçam", afirmou Ken Wirth, diretor da Nokia Siemens nas Américas.

Os equipamentos produzidos na nova planta serão usados pelas operadoras na criação das redes 4G não só no Brasil como em toda a América Latina. Wirth afirmou que uma empresa daqui e uma chilena já assinaram contratos com a Nokia Siemens.

Fonte: Olhar Digital

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Paulistas, não acrescentem o 9 ao número do celular em WhatsApp.

Desde o último domingo (29/07), quem quer ligar para um dono de celular da área 11 precisa acrescentar o dígito 9 à frente do número. O Olhar Digital já separou alguns aplicativos que ajudam na atualização da agenda de contatos, mas um outro, o WhatsApp, pediu calma aos usuários.

A MacMagazine recebeu um posicioinamento da equipe de suporte do aplicativo, que disse estar ciente da medida adotada pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e que vai ajudar seus clientes.

"Estamos trabalhando para migrar sua conta original do WhatsApp para o seu novo número (com o nove extra)", explicou Ken V., representante do serviço. "Isso acontecerá dentro de algumas semanas."

Ele ainda alertou que quem atualizou o número por conta própria terá de deletar a conta e criar uma nova - ou reativar a antiga, sem o 9. Como a empresa mexerá em todos os números com DDD 11, mesmo que você acrescente o dígito por conta própria, acabará ganhando outro 9 em breve.


Fonte: Olhar Digital

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Mais cara, quarta geração da telefonia celular vai atrair consumidores mais ricos

A quarta geração (4G) da telefonia celular vai permitir acesso à internet em velocidade até dez vezes mais rápida que a oferecida atualmente pelas operadoras. Mas os serviços só devem ser contratados, inicialmente, por usuários de maior poder aquisitivo

Só depois os serviços serão popularizados. Essa é a avaliação dos principais executivos das operadoras de telefonia Vivo e Claro, vencedoras dos primeiros lotes das faixas de frequência que vão suportar a nova tecnologia, leiloados hoje (12) pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

Para o presidente da Vivo, Carlos Valente, os primeiros clientes da 4G serão, além dos usuários com maior poder aquisitivo, clientes com perfil “inovador”. “A partir do momento que ampliar a cobertura, muitos outros segmentos vão fazer uso dessa rede”.

Fonte: Blog Robson Pires

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Operadora Virgin Mobile chega ao Brasil em 2013

Uma nova operadora de telefonia móvel está chegando ao Brasil. Em 2013, a Virgin Mobile deve entrar no mercado brasileiro. Presente em quatro continentes, a companhia está iniciando suas operações na América Latina. Os investimentos começaram no Chile há seis semanas e, agora, Colômbia e Brasil estão no alvo da empresa. (Ao lado uma figura em: A operadora inglesa Virgin Mobile deve chegar ao Brasil em 2013)

A novidade sobre a chegada da Virgin ao Brasil foi revelada pelo vice-presidente sênior do grupo na América Latina, Jeffery Buckwalker. O diretor anunciou nesta terça (29), durante o MVNO Summit Latin America 2012, que até a metade do próximo do ano as operações da companhia vão começar no Brasil.

O foco em consumidores jovens faz parte da filosofia da Virgin em seus negócios de telecomunicações mundo afora. A companhia marca presença em mercados maduros como os Estados Unidos (onde utiliza a rede da Sprint), França, Austrália, Canadá e Reino Unido.

Na América do Sul, a Virgin Mobile quer se tornar a principal operadora virtual móvel nos próximos 5 anos. Por enquanto ela está presente somente no Chile, onde a rede foi inaugurada há seis semanas. O segundo país a receber será a Colômbia, onde já está previsto o inicio de suas operações no segundo semestre deste ano. Em seguida, os olhores se voltarão para o Brasil.

Entenda como funciona uma operadora móvel virtual

Para os consumidores, a Virgin Mobile atuará como uma sexta concorrente no mercado brasileiro, oferecendo suas próprias tarifas, planos e aparelhos. A operação interna, no entanto, dependerá da infraestrutura de rede de outra empresa (Vivo, Claro, Tim ou Oi), uma vez que a operadora não investirá em infraestrutura. Em todos os países em que atua, a Virgin também aluga redes de outras empresas

As operadoras móveis virtuais surgiram no mercado internacional por dois motivos: para utilizar parte da banda não utilizada de uma rede de telefonia robusta; ou para forçar a concorrência interna, com a diminuição das ofertas para o consumidor. Aqui no Brasil, o regulamento da Anatel prevê a presença das OMVs, as operadoras móveis virtuais. Algumas empresas têm interesse pelo negócio, mas não houve grande lançamento nessa será até o momento. Caso a Virgin Mobile realmente desembarque por aqui, será a primeira companhia a usar o modelo e oferecer o serviço de telecomunicações para um amplo público consumidor.

A Porto Seguro foi a primeira a anunciar um acordo com a TIM para se tornar a primeira "OMV" brasileira. A implementação do negócio, porém, não anda conforme o esperado.

Virgin alugará rede de outra operadora para atuar no Brasil

A companhia negocia com as demais operadoras para desembarcar no país como uma prestadora virtual de serviços móveis. Devido ao relacionamento que mantém com a Movistar no Chile, uma empresa do grupo Telefônica, é provável que a Virgin Mobile chegue ao Brasil em parceria com a Vivo (que recentemente unificou sua operação com os serviços de telefonia fixa, banda larga e televisão por assinatura do grupo espanhol). No entanto, a Virgin Mobile afirma que negocia com todas as operadoras brasileiras para definir qual infraestrutura de rede será usada na operação nacional.

Vale destacar que o Grupo Virgin é o responsável pelas companhias, mas cada país tem a sua franquia com administração própria. Sendo assim, ainda não há como realizar muitas previsões sobre a sua atuação no mercado brasileiro. De qualquer forma, a Virgin Mobile tem um posicionamento em comum em todos estes locais e que deve chegar ao nosso país: seu foco nos planos pré-pagos e controle, oferecendo pacotes com bônus de minutos e dados.

Fonte: Tech Tudo

sexta-feira, 27 de abril de 2012

saiba como funcionam as legendas automáticas nas TVs

Legenda oculta mostra diálogo em cena da novela "Malhação"

Na sala de espera do hospital, na padaria, no bar ou restaurante: você bate o olho na televisão e lá estão aquelas legendas automáticas – por vezes sem pé nem cabeça – mostrando o que é falado no programa exibido naquele momento. É o recurso “closed caption” ou legenda oculta. Como elas vão parar lá? Quem faz esses textos? Por que lemos tantos erros? Veja a seguir essas dúvidas e outras curiosidades respondidas:

Como as legendas são feitas?
Os textos são criados especialmente para pessoas com deficiência auditiva, então têm de descrever, além das falas, ruídos ou sons de plano de fundo. Tanto softwares especiais de reconhecimento de voz como “pessoas de carne e osso” podem transcrever esses textos.

Máquina: esse método é mais comum em programas gravados. O roteiro daquele filme ou episódio é usado para guiar o trabalho de quem faz a legenda. Quem legenda ouve o que é falado na cena e repete as frases devagar ao computador com software que reconhece voz. Além disso, o profissional insere as marcações de som (bater de palmas, risos, música de fundo). Cada hora de vídeo vira de 3 a 5 horas de trabalho para fazer o closed caption. Nos programas gravados, geralmente há revisão das legendas antes da digitalização. (Ao lado uma figura em: Modelo de estenótipo digital comumente utilizado para transcrição de legendas de vídeos na TV. O aparelho envia o texto direto para o computador)

Homem: esse método é mais comum em programas ao vivo. Um jornal, por exemplo, pode ser legendado de acordo com o fornecimento do texto do teleprompter (aparelho que mostra o que os apresentadores têm de narrar). Quando o repórter entra ao vivo, a legenda fica a cargo de um estenotipista (profissional que usa um estenótipo digital, máquina desenhada especialmente para a digitação rápida de palavras, com número reduzido de teclas, que envia as legendas direto ao computador). Muitas emissoras brasileiras utilizam essa técnica para programas gravados também.
Por que encontramos tantos erros nas legendas ocultas?

Nem sempre o software transcreve corretamente as palavras ditas e também há dificuldade em registrar o que pessoas falam ao mesmo tempo. No caso do estenotipista, apesar de o profissional ser treinado para transcrever as frases corretamente, erros também podem ocorrer, dada a alta velocidade de digitação.

Mas só isso não explica tudo, diz Leonardo Coelho David, fundador da Closed Caption Brasil. “Isso ocorre porque no Brasil não há uma preocupação como nos Estados Unidos em produzir legendas de qualidade. As emissoras deveriam contratar especialistas no assunto e melhorar o padrão de qualidade. Não se respeita o direito das pessoas portadoras de deficiência auditiva”, reclama.

Software utilizado durante o processo de inserção das legendas ocultas em programas de TV

Como a legenda vai parar na televisão?
A imagem que vemos na televisão é composta por um grande número de linhas verticais e horizontais (um aparelho de alta definição, por exemplo, apresenta 1080 linhas). Na chamada “linha 21” é feita uma espécie de interrupção do sinal para a próxima linha (o termo técnico é “intervalo de apagamento vertical"), onde são inseridos os dados das legendas, que não aparecem de imediato na imagem, daí o nome “legenda oculta”. A informação fica contida no sinal enviado à TV até sua casa, basta acionar o botão do controle remoto (também existem aparelhos decodificadores de closed caption, menos comuns) para visualizá-las.
Saiba outras curiosidades

Como surgiu?
A ideia de criar as legendas ocultas surgiu há cerca de trinta anos, nos Estados Unidos, explica David. “Naquela época, a intenção era auxiliar pessoas com deficiência auditiva a acompanharem os programas. Em 1976, a Comissão Federal de Comunicações regulamentou as transmissões com closed caption, que passaram a ser usadas em programas gravados. As legendas ocultas só chegariam a programas ao vivo em 1982, na transmissão da Cerimônia do Oscar.
Como veio parar no Brasil?

David conta que, no início dos anos 90, tentou oferecer a tecnologia de captura de legendas para uma grande emissora no Brasil, mas não houve interesse.  Foi a partir de 1997 que o uso de legendas ocultas começou a crescer nas emissoras: naquele ano, o Jornal Nacional, da Rede Globo, passou a usar o recurso.

O closed caption é obrigatório no Brasil?
Sim, a portaria 310/2006 do Ministério das Comunicações estabelece que em 2012 as emissoras reservem 12 horas de programação com recursos de acessibilidade, entre eles o da legenda oculta. A partir de junho deste ano, essa a reserva sobe para 14 horas de programação. A partir de 2017, a totalidade da programação deverá conter os recursos de acessibilidade. No entanto, o projeto de PL 2.462, do deputado Ricardo Izar (PSD), em tramitação na Câmara dos Deputados, quer impor um novo cronograma de adoção de percentuais mínimos de programas com closed caption.

Símbolo da ''Closed Caption'', também chamada de legenda oculta, é mostrado no vídeo para indicar a disponibilidade do recurso

As legendas servem apenas para deficientes auditivos?
Não, além das pessoas que possuem algum tipo de deficiência auditiva (no Brasil, eles são 9,8 milhões, segundo dados do IBGE-2010), as legendas ocultas também ajudam, diz David, idosos, que sofrem a perda natural da capacidade auditiva com o avançar da idade; crianças em alfabetização; analfabetos em processo de aprendizado da língua.

Além dessas pessoas, já é comum encontrar televisores em locais públicos e barulhentos com o recurso ligado, como bares, restaurantes, salas de espera etc.

Todas as TVs têm o recurso Closed Caption?
Atualmente, sim. Para terem a habilidade de mostrar as legendas, os televisores necessitam de um circuito eletrônico especial, que nos Estados Unidos desde os anos 90 é inserido nos aparelhos. Essa tecnologia acabou sendo repassada às fábricas no mundo.
Como as emissoras de televisão contratam esse serviço?

Segundo David, existem várias empresas no Brasil que oferecem o serviço de closed caption e, normalmente, essas companhias são ligadas a emissoras de TV e produtoras de vídeos.

Fonte: UOL/Tecnologia

quarta-feira, 25 de abril de 2012

GVT, TIM e Vivo ficam fora do ar em 4 Estados do Brasil

Um problema nos cabos de fibra óptica causou a queda dos serviços de algumas operadoras de telefonia móvel e de internet em pelo menos quatro estados do Brasil: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo. Segundo a assessoria da GVT, um dos três cabos de transmissão de dados que sofreu rompimento já foi reestabelecido. Como ele é de contingência e tem menos capacidade que a rota principal, alguns clientes podem experimentar lentidão no acesso à web. Ainda não há previsão, de acordo com a GVT, de quando os outros dois cabos serão consertados. O primeiro levou cerca de duas horas para voltar a funcionar. As empresas não divulgam o número de usuários afetados pelo problema.

A GVT informou, em comunicado, que "clientes do serviço de banda larga da GVT nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul percebem lentidão ou dificuldade de acesso a determinados sites de internet desde o início da tarde; o serviço foi afetado depois que três pontos da rede de longa distância que faz a comunicação de dados para várias operadoras de telefonia e banda larga que operam na região foram rompidos; equipes do fornecedor responsável pela rede trabalham para restabelecer o serviço o mais breve possível". De acordo com o comunicado, clientes GVT podem esclarecer dúvidas pela Central de Atendimento 103 25.

Em contato com o Terra, a comunicação corporativa da GVT explicou que houve um ponto de rompimento na rota principal que liga SP a Curitiba. As duas rotas alternativas também apresentaram problemas (um ponto de rompimento em cada). Essas rotas são compartilhadas, por isso, outras operadoras também apresentam problemas. A transmissão de dados parte de Curitiba para os outros Estados do Sul e a rede de longa distância de dados é administrada por um fornecedor que, segundo a GVT, já está trabalhando nos reparos, mas não há previsão de quando o conserto estará feito.

A TIM enviou um comunicado pouco antes das 16h: "A TIM informa que seus clientes na região Sul podem encontrar dificuldades para utilizar os serviços de voz e dados da operadora, devido a um triplo rompimento de fibra ótica da rede de transmissão que interliga os sistemas desses Estados com o restante do Brasil. Técnicos da TIM já atuam para correção do incidente e restabelecimento dos serviços o mais rápido possível."

Procurada pelo Terra, a Vivo enviou comunicado às 16h34. "A Telefônica | Vivo informa que, por volta das 13h00 de hoje, alguns clientes de Paraná e Santa Catarina podem ter encontrado dificuldades na utilização dos serviços de voz e dados da empresa, devido a rompimentos de cabos de fibra óptica contratados de terceiros. A situação foi normalizada às 15h40 desta tarde, após mobilização de equipes técnicas e de todos os esforços para recuperação dos serviços no menor prazo possível".

Internautas reclamam na web
Usuários no Twitter reclamaram da situação, fazendo com que os nomes das empresas TIM e GVT fossem parar nos tópicos mais falados do microblog no País. "O que esta havendo com a GVT, TIM, VIVO - Todas sem Sinal - Acho que isso é um sinal para o fim do mundo...", disse no Twitter o usuário @Naypolin.

Já a usuária @anandazanini falou: "nao me importo de ficar sem internet gvt mas DEVOLVE O SINAL DA TIM =( MIMIMI". O usuário @OSGuilherme conta mais e pede: "Parece que foi a tempestade solar mesmo. Tim, Claro, Oi, Vivo 3G, GVT e o alarme do meu carro... Tudo louco", afirmou no Twitter.

A usuária @bicmuller também se pronunciou: "Um cabo se rompeu e comprometeu o sinal da TIM, GVT, Oi no SUL do país. É pouco ou quer mais?", disse. Já o usuário Rafael Andreotti, "@opeattack, afirma: "aparentemente um cabo de fibra ótica se rompeu e escangalhou o sinal da GVT e da TIM (...)".

Falha impede transmissão de sabatina
O problema impediu a transmissão ao vivo da sabatina com o pré-candidato à prefeitura de São Paulo pelo PT, Fernando Haddad, realizada na tarde desta quarta-feira nos estúdios do SBT na capital paulista.

Fonte: Terra