segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Nova técnica promete aumentar duração da bateria nos smartphones

Modo “subconsciente” reduz a frequência de operação da interface Wi-Fi, e o consumo de energia, mas mantém o aparelho capaz de reconhecer mensagens que chegam

Não seria ótimo se a bateria de seu smartphone pudesse durar um dia inteiro com uma só carga? Atualmente a única forma de conseguir isso é com baterias estendidas ou colocando o aparelho no “modo avião”, o que significa que ele está ligado, mas incapaz de fazer chamadas, receber mensagens ou usar a conexão de dados.

Mas pesquisadores da Universidade de Michigan, nos EUA, estão desenvolvendo uma nova abordagem na forma como um smartphone lida com conexões Wi-Fi. Em vez de colocar o aparelho para “dormir”, um modo que consome uma quantidade surpreendente de energia, o Professor Kang Shin diz que um modo apelidado de “subconsciente” poderia reduzir imensamente o consumo de energia e ainda permitir que o aparelho reconheça mensagens que chegam. A técnica foi batizada de E-MiLi (Energy-Minimizing Idle Listening, algo como “escuta ociosa minimizadora de energia”) e poderia aumentar em até 54% a autonomia de bateria de mais de 90% dos aparelhos no mercado, diz o professor.

Você pode não saber disso mas quando seu smartphone está em espera (ligado, mas com a tela desligada), mesmo sem enviar ou receber informações, ele ainda monitora redes, busca o melhor canal de comunicação e consome energia para isso. Para descobrir quanto tempo os smartphones passam esperando por mensagens, Shin e seu parceiro na pesquisa, o estudante de doutorado Xinyu Zhang, conduziram uma extensa análise do comportamento de redes Wi-Fi reais.

Escuta inativa
Eles descobriram que, dependendo da quantidade de tráfego na rede, aparelhos em modos de economia de energia passam de 60 a 80% do tempo escutando por mensagens, algo chamado de “idle listening” (“escuta inativa”). Em um trabalho anterior, eles já haviam demonstrado que aparelhos neste modo consomem quase a mesma quantidade de energia do que quando completamente ativos.

Um paper da Universidade de Michigan explica como a E-MiLi funciona: “ela reduz a frequência de operação (clock) da interface Wi-Fi do aparelho a 1/16 da normal, mas retoma a velocidade total quando o aparelho nota que há informações chegando. É fato conhecido de que é possível economizar energia reduzindo o clock de um dispositivo”.

A parte mais difícil, disse Shin, foi fazer o smartphone reconhecer as mensagens que chegam enquanto está neste modo de operação mais lento. “Usamos um truque”, disse. “Geralmente as mensagens contém um cabeçalho. Imaginamos que o smartphone poderia ser capaz de detectá-lo, assim como você é capaz de reconhecer alguém chamando seu nome mesmo que esteja 90% adormecido”.

Mas não é surpresa que a tecnologia tenha um “detalhe” que provavelmente irá dificultar sua adoção. “Além do software necessário para reduzir a frequência da interface Wi-Fi nos smartphones, a E-MiLi exige novo firmware nos smartphones e computadores que enviam as mensagens. Eles precisam ser capazes de codificar o cabeçalho delas incluindo o destinatário de uma nova forma que possa ser detectada”.

“Nossos pesquisadores criaram este firmware, mas para que a E-Mili seja amplamente adotada os fabricantes de chipsets Wi-Fi terão de adotar estas modificações e os fabricantes de smartphones e computadores teriam de incorporar os novos chips em seus produtos”.

A autonomia de bateria há muito é o calcanhar de Aquiles da tecnologia móvel. À medida em que notebooks, tablets e smartphones ganham telas maiores e mais poder de processamento, eles consomem cada vez mais energia. Mas ao contrário da tecnologia por trás dos semicondutores, não existe uma “Lei de Moore” para as baterias. Por isso tecnologias como a E-MiLi são interessantes. Embora possam aumentar um pouco o custo dos aparelhos, os resultados valem a pena.

Fonte: IDG Now

A partir de 2013, operadoras bloquearão celulares piratas no Brasil


Celulares piratas, aqueles importados diretamente da China com nomes como Nckia, Vaic e outros não muito criativos, estão com os dias contados no Brasil. No começo de 2013 as quatro maiores operadoras de telefonia móvel lançarão um sistema capaz de identificá-los e impedi-los de funcionar por aqui.

Nem a Anatel, nem a Sinditelebrasil (associação das operadoras de telefonia e Internet) conseguem dizer com exatidão qual é a fatia de celulares piratas, ou seja, aparelhos não homologados pela primeira, em operação no Brasil. O que se sabe é que são muitos, tantos que o sucesso deles fez com que fabricantes que homologam seus aparelhos e fazem tudo dentro da lei se adequassem ao mercado. Os celulares com suporte a dois ou três SIM cards, por exemplo, foram uma resposta ao sucesso desse recurso entre os piratas.

Graças a um investimento de R$ 10 milhões das quatro principais operadoras (Claro, Oi, Tim e Vivo), a partir de 2013 esses aparelhos não poderão mais ser ativados nelas. A identificação e bloqueio é bem simples: ao ativar um SIM card, a operadora fará uma verificação do código IMEI do aparelho em questão junto ao banco de dados da Anatel, que possui os códigos IMEI dos celulares homologados por ela mesma. A verificação será constante, evitando, assim, que um SIM card seja ativado em um aparelho legal e, depois, usado em um celular pirata. Caso o código não bata, a ativação do SIM card falhará e o usuário será avisado do motivo. No futuro, as operadoras esperam estender o sistema para atuar no travamento de celulares perdidos ou roubados. A medida não afetará quem já usa um celular pirata, ou seja, ela não será retroativa.

Além de defender a indústria legal, as operadoras alegam que essa proibição tende a melhorar a qualidade geral do serviço. ”Como esses aparelhos não certificados têm baixa qualidade, acabam provocando problemas na rede e contribuem para aumentar as quedas de chamadas, o que leva a reclamações contra as operadoras,” disse Eduardo Levy, diretor-executivo da Sinditelebrasil.

Fonte: Gizmodo

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

MasterCard apresenta cartão do futuro com display de LCD e teclado touchscreen

A MasterCard anunciou nesta semana que irá lançar a próxima geração de cartões de crédito, com mais recursos de segurança, em janeiro de 2013 em Cingapura. O cartão, que é equipado com display de LCD e teclado sensível ao toque, deverá ser lançado no mundo todo ao logo do próximo ano.

Lançado em parceria com o braço asiático do Standard Chartered Bank e da NagraID Securities, os próximos cartões produzidos pela MasterCard, conhecidos como Display Cards, serão lançados para ajudar os clientes na hora de realizar transações bancárias, sem precisar carregar cartões de segurança extras. Em um único dispositivo, o cliente poderá ser identificado e autorizado a utilizar alguns serviços bancários.

 
Os botões touchscreen que integram o cartão poderão ser usados para obter informações como, por exemplo, algum código de autenticação de um serviço, que será apresentado no display de LCD do dispositivo. Ou seja, ao invés de procurar por uma numeração de autenticação em outro cartão, o usuário poderá realizar sua busca em um único lugar.

"Nós estamos muito contentes de termos tido o prazer de apresentar pela primeira vez o Display Card", afirmou em nota oficial Mathew Driver, presidente da MasterCard WorldWide do sudeste asiático. "Com o crescimento contínuo do mercado online e móvel e, agora, dos pagamentos remotos, os consumidores passaram a necessitar e exigir mais segurança. As características inovadoras do Display Card irão atender essa necessidade, enquanto habilitam os clientes a terem acesso a mais recursos em seus cartões de pagamento".

Se o novo método for bem recebido pelos consumidores, a empresa planeja acrescentar novas funções ao Display Card, permitindo que os usuários visualizem extratos e saldos, históricos de transações entre outras opções no pequeno display do cartão.

Fonte: R7/Canal Tech

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Este é o Microsoft Office Mobile, que chega para iOS e Android em 2013

O Office Mobile já foi objeto de muitos boatos, mas parece que temos aqui um rumor bem firme. Fontes dizem ao The Verge que o Office Mobile chega ao iPhone, iPad e Android na primeira metade de 2013. O site também obteve screenshots da versão para iOS.


O rumor diz que os apps do Word, PowerPoint e Excel serão gratuitos, e permitirão acessar seus arquivos onde você estiver; para editá-los, no entanto, você precisaria de uma assinatura do Office 365.

A próxima versão do Office será vendida de duas formas: no pacote tradicional, que você já conhece; ou por assinatura. Ela custará a partir de US$99/ano, permitindo que você instale o Office em até cinco computadores, e segundo o The Verge permitindo que você edite documentos no celular ou tablet.

Parece que você poderá comprar uma assinatura direto no app, caso não a tenha. E aparentemente, as opções de edição nem devem chegar perto de substituir a versão completa do Office. Quem sabe ele é parecido com a versão presente no Windows Phone?

Aliás, deve ser assim que a Microsoft continuará a diferenciar o Windows Phone: nele, você pode editar qualquer documento; no Android e iOS, você precisaria de assinatura para tanto.

Seria uma pena se a assinatura for mesmo necessária nas outras plataformas: espero que haja uma forma de pagar apenas pelo app. De um jeito ou de outro, você poderá acessar seus documentos sem perder a formatação. O Office Mobile deve chegar primeiro ao iOS, até março, enquanto a versão para Android deve estrear em maio.

Fonte: Gizmodo

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Android completa cinco anos como plataforma móvel mais usada no mundo

Anunciado em novembro de 2007, sistema móvel está em mais de 500 milhões de aparelhos.

O dia 5 de novembro de 2007 foi importante para o mundo dos smartphones. Nele, o Google, junto com fabricantes como HTC, Samsung, Qualcomm, Texas Instruments e algumas operadoras pelo mundo, apresentaram pela primeira vez o Android como um produto que chegaria ao mercado no ano seguinte.

Cinco anos depois, o Android é o sistema móvel mais usado no mundo ele está em 75% dos dispositivos e está em sua versão 4.2. Ao todo, mais de 500 milhões de aparelhos já foram ativados e mais de 600 dispositivos diferentes rodam a plataforma. Diariamente, segundo o Google, mais de um milhão de novos usuários começam a usar o Android em seus aparelhos.

Apesar de já estar na versão 4.2 (uma atualização do Jelly Bean, lançado em julho deste ano), a versão mais popular do Android ainda é uma antiga o Gingerbread (2.3), lançado no fim de 2010, ainda roda em 53,9% dos dispositivos com a plataforma. O Ice Cream Sandwich, de 2011, está em 25,8% dos aparelhos, enquanto o mais recente Jelly Bean aparece em apenas 2,7% dos gadgets.

Já em relação aos aparelhos, a fabricante coreana Samsung conseguiu se fortalecer como principal nome nos dispositivos com Android. Dos 10 aparelhos mais usados no mundo, oito são da Samsung o Galaxy S II, o S III e o primeiro S são os mais populares, de acordo com a CNET.

Por ser uma plataforma aberta, o Android conta com diversas opções de lojas de apps para seus usuários. A oficial é a Google Play, mas alguns aparelhos, como os tablets da Amazon, usam uma loja de apps própria da empresa a Amazon App Store. Ao todo, de acordo com o Google, a loja Google Play tem mais de 700 mil aplicativos diferentes e mais de 25 bilhões de downloads já foram feitos por seus usuários - seja de apps pagos ou gratuitos.

Fonte: Olhar Digital

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Doxie lança scanner portátil que não precisa de computador


Com o tamanho de uma toalha de rosto enrolada, o scanner Doxie One pode digitalizar imagens e documentos sem estar conectado a um computador. As imagens criadas ficam salvas em um cartão SD ou podem ser enviadas para um Mac, PC, iPad ou iPhone. Depois de usar, dá para guardar o scanner em uma gaveta por ser tão pequeno.

Além dessas formas de armazenamento, um app da Doxie permite salvar os documentos no Evernote, Dropbox ou iMessenger (necessário OS X 10.8 “Mountain Lion” e iOS 6).

O Doxie One também é fácil de operar. Basta inserir a folha a ser escaneada e apertar um botão. Por isso, a empresa o indica para uso doméstico ou em escritórios pequenos. O preço, segundo o fabricante, também ajuda: 149 dólares.


Fonte: INFO Exame

LG planeja trazer Nexus 4 para o Brasil

A LG informou hoje que estuda a possibilidade de trazer o novo Nexus 4 para o Brasil.

Desenvolvido em parceria com o Google, o novo dispositivo da linha Nexus é o sucessor do Galaxy Nexus (“Galaxy X” no Brasil) e vem equipado com um poderoso processador de quatro núcleos, além de design feito inteiramente de vidro (Gorilla Glass 2).

O Nexus 4 também é o primeiro dispositivo com Android 4.2 (Jelly Bean), oferecendo novas funcionalidades como Photo Sphere, Teclado Inteligente, Wireless Display e melhorias no Google Now.

Em nota ao Google Discovery, a LG confirmou a possível comercialização do produto:

“A LG Electronics Brasil, acompanhando o lançamento global do smartphone Nexus 4 em parceria com o Google, esclarece que estuda a viabilização do produto no mercado brasileiro em 2013”.

Fonte: Discovery Google