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quarta-feira, 17 de abril de 2013

Notícias Empresa campinense terá produção de Tablet no Estado do Paraíba

Fundada em 2005, através de incentivos fiscais do Governo Federal, a empresa N3, instalada em Campina Grande, deixou de ser uma pequena loja, onde se montava de forma caseira e artesanal os computadores, para se transformar em uma fábrica que atua na produção de materiais eletrônicos, e hoje ganha espaço no mercado de Informática em todo território nacional.

A N3 fabrica todos os tipos de material eletrônico, não só aqueles produtos que são consumidos no mercado varejista, como os notebooks, mas atua também na fabricação de componentes eletrônicos que servirão para as lojas de informática ou quem procura um material específico, como por exemplo, placas-mãe de computador.

Segundo o diretor da empresa, Clóvis Machado Nogueira, esse é um dos produtos que são 100% fabricados na Paraíba. Há grande procura para aquisição desses equipamentos por outras empresas. “O fato é que nós fabricamos o computador e suas peças, e, ao longo do tempo, nós procuramos sempre inovar, incluindo novos produtos na gama dos fabricantes da N3. A Paraíba vem crescendo e se desenvolvendo, nós somos exportadores para outros Estados, afirmo que podemos, sem dificuldade, encontrar produtos N3, made in Paraíba, em qualquer Estado do Brasil” ressaltou.

Um dos produtos que está em evidência no mercado mundial são os “Tablets”, que segundo o diretor da N3, esses equipamentos são na verdade uma evolução dos computadores, onde, a interação humana passa a ser muito natural e fácil. A novidade para os consumidores é que a empresa agora está concluindo o processo de fabricação desse equipamento aqui no Estado, e muito em breve será lançado.

O fato de a Paraíba estar sendo pioneira na produção de “Tablets”, configurando algo realmente inovador, Clóvis Machado assegura a qualidade do produto e reforça a importância dessa produção estar sendo feita aqui no Estado. “Nós que estamos no meio sabemos que o produto de uma multinacional nada difere de um produto feito por nós. Quando vamos fabricar um produto N3 focamos na qualidade, não deixamos ‘a peteca cair’, o cuidado que temos é redobrado” concluiu.

Fonte: Sistema FIEPB

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Com cara de game, app para tablets em 3D substitui livro didático no Rio

Aplicativo tenta levar para sala de aula experiência de vida dos alunos.
São 180 estudantes no Rio e 35 mil no Amazonas, diz empresa.


Enquanto as telas sensíveis ao toque e aplicativos parecem ganhar de professores e lousas cobertas de giz o cabo de guerra pela atenção de alunos em sala de aula, uma empresa paulista assumiu que tablets e smartphones fazem parte do material escolar e transformou em negócio a criação de conteúdo para estes aparelhos.

Desde o começo do ano, já são 180 os alunos que estudam com os aplicativos da EvoBooks no Rio de Janeiro. No Amazonas, o recurso é utilizado por professores em aulas à distância em um projeto piloto que atinge mais de 35 mil alunos.

Segundo Felipe Rezende, cofundador e diretor-executivo da EvoBooks, uma espécie de “editora e estúdio digital”, o negócio central nasceu como uma forma de ensino que utilizasse na sala de aula a experiência de vida dos alunos, permeada pela tecnologia, para facilitar o aprendizado. “É bom ter interatividade, mas não dá para esquecer que o objetivo é passar um currículo.”



Figura em: Aplicativo da EvoBooks exibe conteúdo didático em 3D e em alta resolução para levar experiências dos alunos com games à sala de aula (Foto: Divulgação/EvoBooks)

Por isso, os programas possuem a estética dos games, mas o conteúdo didático de matérias como Física, Química, Biologia, História e Geografia. Foram desenvolvidos em 3D e qualidade de imagem em HD para atenderem à exigência de quem está acostumado com jogos e filmes ultrarrealistas, diz Rezende (Veja vídeo).

Diferentemente da sisudez na forma de comercialização de livros didáticos, o app pode ser baixado como qualquer outros nas lojas da Apple, Google e Microsoft diretamente nos aparelhos dos alunos.

Com 21 profissionais, a equipe da empresa segue a linha muldisciplinar: na mesma mesa se sentam professores, todos com doutorado ou mestrado, ao lado de experts em tecnologia para aliarem conteúdo e bits e bytes.

Sem apostila
O intuito do aplicativo é substituir não só apostilas e livros didáticos, mas também os cadernos dos alunos. Isso porque, por meio do aplicativo, é possível fazer anotações e compartilhá-las com outros usuários.

As aplicações também beneficiam os professores, que podem desenhar aulas com as ferramentas de criação do app e podem acabar com a dobradinha giz e lousa.

 

“Não é só para o aluno preguiçoso", brinca Rezende. "Os professores também podem salvar os apontamentos em um quadro negro ou resgatar as anotações de uma aula antiga”, diz Felipe Rezende, cofundador e diretor-executivo da EvoBooks. (Ao lado um figura em: Professor expõe conteúdo em projeção, cujo conteúdo é visto pelos alunos na tela dos tablets).

Além de tentar levar a sala de aula para a era da tecnologia da informação, a EvoBooks também quer surfar na onda das novas ações do ministério da Educação.

A pasta repassou R$ 180 milhões aos Estados para distribuíssem 600 mil tablets para professores e, no último Plano Nacional do Livro Didático, mostrou interesse de que vai comprar livros digitais em 2015.

Por enquanto, a utilização fica restrita a projetos que inovam na forma de ensinar como o Ginásio Experimental de Novas Tecnologias Educacionais (Gente), escola modelo da prefeitura do Rio.

Na instituição, localizada na Rocinha, os alunos, além de ter contato com outros eletrônicos como dispositivos híbridos entre tablets e notebooks e lousas digitais, não são divididos em séries, mas em matrizes curriculares.

No entanto, a EvoBooks, diz Rezende, negocia levar o aplicativo a instituições menos heterodoxas. Para o segundo semestre deste ano, está em negociação a implantação em mais de dez escolas particulares e em duas redes públicas, uma municipal, outra estadual.

Figura em: Gustavo Rahmilevitz, Felipe Rezende, Carlos Grieco e Guilherme Otranto, sócios da EvoBooks, editora digital que desenvolve conteúdo interativo.

Fonte: G1/Tecnologia

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Tablets serão utilizados no combate à dengue em Natal, anuncia Prefeitura

Projeto criado pela UFRN vai atualizar, em tempo real, focos da doença.
Ainda este ano, 100 dispositivos móveis devem ser adquiridos.


A Prefeitura de Natal anunciou que vai disponibilizar tablets para os agentes de saúde que combatem a dengue na capital. A utilização dos dispositivos móveis faz parte de um projeto desenvolvido pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) que visa agilizar o trabalhado dos profissionais. Ainda neste primeiro semestre, segundo a gerente técnica do Centro de Controle de Zoonoses, Isabele Ribeiro, 100 dispositivos móveis serão adquiridos como projeto piloto.

O sistema a ser operacionalizado através dos tablets possibilita, ainda de acordo com Isabele Ribeiro, a atualização em tempo real do quadro de focos de dengue na cidade. Ela explicou, em entrevista à Inter TV Cabugi (Clique vídeo ao lado), que as informações cadastradas através dos dispositivos serão enviadas a um servidor central. Este, por sua vez, atualizará, automaticamente, uma página na internet com os novos dados. As informações ficam disponíveis no site para que qualquer pessoa possa acessar.

 Apesar da preocupação com a doença, Isabele Ribeiro confirmou uma redução de 80% dos casos diagnosticados no Rio Grande do Norte. A gerente disse também que os agentes de endemias estavam parados, mas já retornaram ao trabalho e estão fazendo um levantamento da quantidade de aedes aegypti existentes no estado. “Depois disso, vamos planejar ações de combate ao vetor”, acrescentou.

Segundo Ricardo Valentim, coordenador do projeto, estima-se que aproximadamente R$ 200 mil sejam economizados por ano dos cofres do Município. A expectativa do coordenador é de que, até a metade deste ano, um projeto piloto seja implantando com 100 agentes de endemias e, até o final de 2013, a iniciativa seja aderida pelos demais profissionais.

48 municípios do RN têm risco muito alto de dengue

Quarenta e oito municípios do Rio Grande do Norte apresentam risco muito alto de dengue. O dado consta no Mapa de Vulnerabilidade para a identificação de áreas com maior risco para ocorrência da doença no estado divulgado no dia 15 deste mês pela Secretaria de Saúde Pública do RN (Sesap).

Os 48 munípios com alto risco de dengue são: Acari, Assu, Bento Fernandes, Caiçara do Rio do Vento, Caicó, Carnaúba dos Dantas, Ceará-Mirim, Florânia, Galinhos, Guamaré, Jandaíra, Jardim de Angicos, Jardim do Seridó, João Câmara, José da Penha, Lajes, Lajes Pintadas, Macaíba, Macau, Maxaranguape, Mossoró, Natal, Nova Cruz, Paraná, Parazinho, Parelhas, Parnamirim, Pau dos Ferros, Pedro Avelino, Santa Cruz, Santa Maria, Santana do Matos, Santana do Seridó, Santo Antônio, São Gonçalo do Amarante, São José de Mipibu, São José do Campestre, São Miguel, São Miguel do Gostoso, São Paulo do Potengi, São Tomé, Senador Georgino Avelino, Taipu, Tenente Laurentino Cruz, Tibau, Tibau do Sul, Touros e Viçosa.

Segundo o Mapa, outros 40 municípios apresentam risco alto de dengue e 37 estão com risco baixo para uma epidemia da doença. A soma dos três índices indica que, atualmente, 74% dos 167 municípios do Rio Grande do Norte convivem com a possibilidade de uma epidemia de dengue.

A finalidade do mapa é fornecer subsídios que possam auxiliar na delimitação das áreas que necessitam de maior fortalecimento das ações de combate ao vetor e organização dos serviços de saúde.

Figura em: Mapa da dengue mostra riscos da doença no RN

Fonte: G1

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Empresa de Campinas/SP, cria tablet com tela de até 70 polegadas e sistema Windows 8

Uma empresa de Campinas (SP) lançou em dezembro um tablet equipado com Windows 8 e tela sensível ao toque com até 70 polegadas chamado BigPad. O foco são as salas de aula e de reuniões.

"O interesse tem sido enorme: nosso primeiro lote, de mais ou menos 120 peças, foi vendido em menos de um mês", diz Rafael Tonelli, diretor de negócios da fabricante do BigPad, a Apek.


Figura em: Rafael Tonelli, diretor da Apek, mostra o tablet BigPad, em Campinas

A empresa diz que, no segundo semestre deste ano, tornará o processo de produção do tablet ainda mais "nacional", o que deve reduzir para R$ 15 mil o preço do modelo com a maior tela, atualmente vendido por R$ 35 mil.

"O que contar com produção local nós vamos comprar daqui", diz Tonelli. "Nosso objetivo é abaixar para menos de R$ 10 mil [o menor tablet, que tem 40 polegadas]." Componentes como microchips e o painel, contudo, não têm similares nacionais.

A tela do BigPad tem resolução Full HD (1.920 pixels x 1.080 pixels) e ele pode ser configurado com processador Core i5 ou Core i7, da Intel.

Um dos clientes da Apek, o Senac adquiriu cerca de 80 aparelhos da fabricante campineira para uso em aulas de informática. "Está valendo a pena. É um recurso muito interessante porque os alunos podem ver muito mais detalhes de uma imagem [se comparado à alternativa, que é o uso de um projetor]", diz Marcos Bianchi, assistente gerencial de tecnologia do Senac.

"O emprego do tablet permite que o professor interaja mais com o estudante", diz Bianchi. "Queremos levar para todas as salas."

Em janeiro, a Sharp lançou no Japão um aparelho com tela tátil de 20 polegadas de nome Big Pad (palavras separadas). "É diferente, e aqui no Brasil nós registramos a marca", afirma Tonelli.

Fonte: Folha S.Paulo

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Deputados ganham tablets para acessar projetos de lei e acompanhar votações

Os deputados federais terão à disposição uma nova tecnologia para acompanhar as votações no plenário a partir de fevereiro, na retomada dos trabalhos legislativos após o recesso. As 396 bancadas, as duas tribunas de discursos e a Mesa dos trabalhos passarão a ter tablets para facilitar o acompanhamento da sessão pelos parlamentares. Embora os tablets tenham a característica de serem equipamentos móveis, esses da Câmara serão fixados nas bancadas, usadas também pelos deputados para registrar presença e os seus votos durante as sessões.

Pelo novo equipamento, o deputado poderá acessar, em tempo real, a pauta das votações, o texto do projeto, as emendas à proposta, os requerimentos apresentados e todo o encaminhamento da sessão. De quebra, os deputados também poderão acessar seus e-mails e sites na internet. A Câmara comprou 539 tablets da marca Samsung, para atender ao plenário e a algumas unidades da Casa, ao custo de R$ 609,75 mil no total, segundo informação da direção-geral da Câmara.

Fonte: Blog Marcos Dantas

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Mobilidade e arquitetura de software

Falamos muito em mobilidade e o desenvolvimento de apps extremamente inovadores para smartphones e tablets. Mas existe um ponto que venho observando que tem sido pouco comentado: o seu impacto na arquitetura de software. O ambiente de desenvolvimento está sendo sacudido pela chegada simultânea de quatro ondas tecnológicas, que juntas causam um verdadeiro tsunami: cloud computing, mobilidade, social business e Big Data.

Estas tecnologias e conceitos mudam de forma radical o “pensar” sistemas e em consequencia os arquitetos de software tem que atualizar suas visões de como construir seus sistemas. As grandes aplicações monolíticas e mesmo o já tradicional modelo mental do client-server de duas ou três camadas não tem muito mais espaço neste cenário.

Por outro lado, este cenário turbina um conceito que foi muito falado e pouco implementado que é o SOA (Services Oriented Architecture). Interessante que há poucas semanas, em uma palestra em uma conhecida universidade, perguntei sobre SOA e poucos alunos conseguiram definir claramente seus principios. Ou seja, a base fundamental para criarmos os novos sistemas está meio esquecida…Torna-se urgente resgatar seus conceitos.

A mobilidade por si traz novos desafios. Não se deve pensar em apenas replicar para smartphones e tablets os sistemas escritos para o modelo de mouse e teclado. Devemos pensar em sistemas inovadores, que explorem os recursos dos equipamentos móveis como cameras, microfones, giroscópios, acelerômetros, GPS e diversos outros. A multiplicidade de sensores destes equipamentos nos permite criar aplicativos que capturem e processem dados oriundos das mais diversas fontes. Isto por si é um desafio, pois os diversos fabricantes configuram estes recursos de formas diferentes. Além disso, estes recursos podem gerar volumes de dados significativos como os videos.

Também as interfaces via reconhecimento de voz e som demandam novas maneiras de pensar os aplicativos. Os programas têm que explorar a capacidade do próprio dispositivo, mas também precisam da imensa capacidade computacional que estará rodando em background, em nuvens. Um exemplo, um app que grave um video e o envie para processamento na nuvem para que seja feito um reconhecimento de imagens que identifique determinado individuo ou produto neste video e forneça caracteristicas sobre ele.

Outra análise a ser feita para as aplicações móveis é o grau de computação que deverá ser feito offline, quando o acesso à rede não for possivel. Pode acontecer da app ter que operar em determinados momentos em locais onde o sinal seja muito fraco ou mesmo sem possibilidade de conexão à Internet. Na prática podemos pensar em um modelo mais flexível que o cliente servidor. A grande capacidade computacional de um smartphone ou tablet permite que ele seja em determinados momentos cliente de servidores na nuvem (client-cloud) e em outros atue como seu próprio servidor no modelo server-server. A sincronização com a nuvem deverá ser feita quando a conexão se restabelecer, de forma automática e transparente para o usuário da app.

O modelo server-server demanda uma análise mais aprofundada dos mecanismos de segurança que serão adotados no dispositivo móvel, bem como as diferentes estruturas de dados que deverão ser acomodadas. Novo desafio: os arquitetos não poderão mais pensar apenas em modelos relacionais! O modelo relacional será apenas um dos diversos modelos de dados que os sistemas adotarão.

Outro desafio: criar arquiteturas para apps híbridas, adotando HTML5 e código nativo para Android, iOS e Windows. Isto implica em conhecimentos não apenas de HTML5, mas também da tecnologia específica dos demais ambientes móveis, como dos diversos meios de comunicação destes dispositivos com a nuvem. Por exemplo, se o acesso for a partir da parcela nativa do app deverá ser feita via API específica da plataforma. Se for a partir do codigo HTML5 será via Ajax ou Web Sockets. Enfim, são decisões arquitetônicas que deverão ser tomadas antes de se escrever o código.

O resumo da ópera: a mobilidade abre um novo e desafiador espaço para os arquitetos e desenvolvedores de software. Vai exigir mais estudos e novas práticas, mas o resultado será compensador. Novas e inovadoras apps e com certeza, para os que se aprofundarem nas tecnologias, maior empregabilidade.

Fonte: TI Especialistas

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Kobo e Livraria Cultura lançarão aplicativo para iPhone e Android

Aplicativo permitirá que usuários comprem e leiam livros eletrônicos vendidos na loja online em qualquer dispositivo móvel.

A Livraria Cultura e a Kobo, fabricante do leitor de livros digitais Kobo Touch , lançarão em dezembro um aplicativo para ler livros digitais por meio do iPhone e iPad e aparelhos com Android, sistema operacional do Google. O aplicativo, gratuito, permitirá comprar e ler livros digitais disponíveis na Livraria Cultura, mas também visualizar outros e-books em formato ePub e PDF, mesmo sem ter um e-reader da Kobo. 

De acordo com Joaquim Garcia, diretor de TI da Livraria Cultura, todos os livros digitais comprados pelo usuário por meio da loja virtual ficarão armazenados na nuvem e acessíveis por qualquer aparelho conectado à internet. Dessa forma, o usuário poderá ler seus livros comprados por meio da Livraria Cultura por meio do e-reader, web, smartphone ou tablet.

O modelo é semelhante ao da Amazon, fabricante da família de e-readers Kindle . Além dos aparelhos, a empresa vende livros eletrônicos por meio do site, que também podem ser lidos por usuários de smartphones e tablets que instalarem o aplicativo Kindle. Atualmente, o aplicativo da Amazon está disponível para iPhone e iPad, Android e Windows Phone.

A Livraria Cultura e a Kobo oferecerão 35 mil títulos de livros eletrônicos no formato ePub. Do total de livros oferecidos, 12 mil títulos estarão em português, entre eles edições publicadas por grandes editoras nacionais, como Companhia das Letras e Record. Livros gratuitos e amostras de livros também poderão ser baixados por meio da loja virtual.

Rival do Kindle no Brasil

O Kobo Touch, fabricado pela Kobo, começou a ser vendido no Brasil em parceria com a Livraria Cultura a partir desta terça-feira (27). O produto custa R$ 399 e ainda está em pré-venda, ou seja, será entregue aos clientes somente a partir de 5 de dezembro.

O e-reader tem tela de seis polegadas, um pouco menor que a do Kindle Touch. O aparelho tem memória interna suficiente para armazenar até 1 mil livros eletrônicos (e-books) em formato ePub. Ele suporta cartão de memória microSD de até 32 GB, o que permite armazenar até 30 mil e-books. A bateria do aparelho tem autonomia de um mês.

Fonte: Tecnologia IG

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Barnes and Noble lança duas novas versões de seu tablet Nook

Em parceria com a Microsoft, empresa investiu na criação de um tablet leve com acesso a serviço de vídeo.
Figura: As vendas do novo Nook HD e do Nook HD+ começarão em novembro no Exterior.

A livraria americana Barnes and Noble (BN) apresentou mês em setembro/2012, duas novas versões de seu tablet Nook, em uma jogada desta empresa associada à Microsoft para desafiar suas rivais Apple e Amazon, entre outros.

A BN anunciou que começará a vender o seu novo Nook HD de sete polegadas por 199 dólares e uma versão Nook HD+ de nove polegadas por 269, como alternativa ao Kindle Fire, da Amazon, e ao iPad, da Apple. Eles chegarão às lojas no início de novembro.

Com uma combinação de tela de maior resolução, peso menor e acesso amplo a um conteúdo com qualidade digital nunca visto antes, o Nook HD é o melhor tablet de sete polegadas do mundo disse o diretor executivo da BN, William Lynch. Projetamos um tablet de maior formato, o Nook HD+, porque acreditamos que há uma grande demanda por um tablet super-leve, de qualidade extremamente alta e nove polegadas, pela metade do preço do iPad acrescentou.

A companhia disse que o Nook HD, de sete polegadas, terá 25% mais pixels do que o Kindle Fire HD e também será mais leve do que seu rival.

A decisão foi revelada um dia depois de a Barnes and Noble ter anunciado o lançamento de um serviço de vídeo para a visualização de filmes e programas de televisão destinado aos proprietários do tablet Nook nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha.

O Nook tem uma pequena fatia do mercado de tablets nos Estados Unidos, atrás do iPad, da Apple, e do Kindle Fire, da Amazon. Este ano, a Microsoft decidiu injetar 300 milhões de dólares na unidade Nook da BN.

Fonte: Zero Hora

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Samsung Ativ Tab: olá, Windows RT

O que acontece quando você pega o Galaxy Tab 10.1, e coloca um hardware mais potente, partes de design do Galaxy S III e Windows RT? O resultado é o Ativ Tab, que nós fuçamos na IFA 2012.

Ele possui uma tela de 10,1″ e resolução 1366×768, além de alto-falantes nas laterais menos chamativos que no ATIV Smart PC e, claro, o botão Windows. Além disso, ele tem uma câmera frontal de 1,9MP, mais uma traseira de 5MP.

A traseira do Ativ Tab lembra bastante o Galaxy S III, com forma curvada e linhas azuis e brancas. Ele é fino, com 8,9mm de espessura, mas segurá-lo é bem confortável graças às linhas arredondadas da traseira. Com 565g, ele é bem leve.

Na época dos netbooks, usar o Windows em telas de 10,1″ não era uma experiência exatamente agradável. Mas não tive problemas no Ativ Tab: os elementos da interface no Windows RT não parecem pequenos demais, e mesmo na área de trabalho onde ícones e botões são menores a precisão ao toque era boa.


O Ativ Tab possui processador dual-core de 1,5 GHz e 2GB de RAM. E tudo funciona bem rápido: alternar entre apps, abri-los um a um e alterar a orientação do tablet.

O Windows RT acompanha o Office 2013 Preview. Ele exige que você se acostume um pouco: por exemplo, para digitar em uma planilha no Excel, você precisa sempre ativar o teclado, tocando em um ícone na barra de tarefas. Talvez ele ajude em edições rápidas, mas como ele não acompanha teclado físico quem sabe a Samsung lance um acessório assim no futuro não espere trabalhar pesado nele.

Teremos mais detalhes sobre o Ativ Tab, como duração de bateria, quando ele for lançado no final de outubro, junto ao Windows 8. Ele pode ser bem interessante, mas depende do preço: com opções de 32GB e 64GB, e sem rodar programas desktop (exceto os embutidos), ele não pode ser muito caro.



Fonte: Gizmodo

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Samsung cria concurso para fomentar a criação de apps para tablets Android


Se o Google não age para fomentar a criação de apps para tablets Android, a Samsung vai lá e faz por conta própria. O Smart App Challenge 2012 é um concurso promovido pela fabricante para incentivar a criação de apps para os Galaxies Tab e Note. Com premiação de US$ 4 milhões e “mega publicidade” dos vencedores, é uma boa pedida para desenvolvedores e um sopro de esperança para os donos de tablets do robô verde.

O Smart App Challenge divide-se em duas grandes partes. Na “Samsung Apps Super Apps” serão 60 ganhadores, metade para apps normais, metade para games. A votação será baseada no número de downloads e não há restrições em relação ao idioma. A outra, “Best S Pen Apps”, premiará 20 apps feitos com o SDK da S Pen, a stylus do Galaxy Note, escolhidos por um painel de julgadores da Samsung. Esses apps precisam estar em inglês (outros idiomas concomitantes são permitidos).

Em ambas as categorias os prêmios em dinheiro vão de US$ 30 mil a US$ 200 mil, totalizando US$ 4,08 milhões. Além desse (belo) incentivo, a Samsung promete ajudar maciçamente na divulgação dos vencedores, inclusive colocando-os em material para a imprensa e peças publicitárias para a TV. Para uma plataforma acusada de não dar retorno aos desenvolvedores, bem faz a Samsung em prometer verdinhas para os seus.

Outro detalhe interessante nisso tudo é o palco da contagem de downloads. Morda a língua se você disse “Google Play”, porque não será lá, não. A Samsung usará a sua lojinha, a Samsung Apps, para distribuir e apurar os ganhadores na categoria do Tab. Será esse mais um passo no processo de “desgooglização” que ficou tão evidente no lançamento do Galaxy S III?

As inscrições já estão abertas e a contagem de downloads vai até 30 de setembro. Os grandes vencedores serão anunciados dia 31 de outubro. Aos que forem participar, boa sorte!

Fonte: Gizmodo

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Qualcomm anuncia centro de pesquisa e desenvolvimento no Brasil

Acordo prevê a instalação do centro, focado em tablets, e a criação de um laboratório para apoiar desenvolvedores brasileiros de aplicativos

O ministério das comunicações e a Qualcomm, fabricante americana de chipset de celulares, anunciaram nesta sexta-feira (20/04), em Brasília, uma parceria para aumentar o uso de smartphones no Brasil. O acordo prevê a instalação de um Centro de Pesquisa e Desenvolvimento, focado em tablets e a criação de um laboratório para apoiar desenvolvedores brasileiros de aplicativos para smartphones e tablets, ambos no Estado de São Paulo.

De acordo com o site do Ministério das Comunicações, o laboratório será o primeiro da empresa nesta modalidade no mundo e segundo Rafael Steinhauser, presidente para América Latina da companhia, o Brasil foi escolhido entre os demais países emergentes, porque que cresce muito economicamente e tem massa crítica própria, além de profissionais qualificados. O executivo ainda afirmou que a agenda digital do país é estruturada, se referindo ao Programa Nacional de Banda Larga do Governo Federal.

Segundo o ministro Paulo Bernardo, a intenção é mudar a relação que hoje existe entre os celulares e smartphones de 5 e 1 para 5 e 4, respectivamente. Para ele, a parceria com a Qualcomm é, especialmente, importante neste momento em que o governo quer ampliar o acesso dos brasileiros à internet rápida, principalmente, na área rural, que trará melhoramentos à produtividade do setor.

Paulo Bernardo ainda fez um balanço das ações do Plano Nacional de Banda Larga, reafirmando que o programa não é só internet a preços populares, mas também inclui ações para ampliar o acesso à banda larga no país como a construção de um satélite geoestacionário, a licitação do 4G e da faixa de 450 megaherz para atender à área rural, e a desoneração da construção de redes de fibra óptica.

O ministro também disse que está em negociações com os ministérios da Fazenda, Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior para incluir a fabricação de smartphones na Lei do Bem. A ideia é que haja barateamento do aparelho para que estes possam chegar às mãos de mais brasileiros. Steinhauser concordou que o smartphone "é o melhor e mais democrático acesso à banda larga e pode ser grande indutor da inclusão digital".

A empresa americana também planeja cooperar com a indústria nacional de eletroeletrônicos e com os centros de educação e tecnologia brasileiros no campo de comunicação sem fio. Ainda está prevista a alocação de uma parte do fundo de investimento da empresa para fomentar  startups de tecnologia no país.

A contrapartida do governo brasileiro na parceria é a criação de incentivos para a produção local de smartphones como a já citada inclusão do aparelho na Lei do Bem, o que deverá reduzir significativamente o preço final dos aparelhos.

Fonte: Olhar Digital